O Dia do Biólogo é comemorado em 3 de setembro por ter sido esta a data em que a profissão do Biólogo foi regulamentada no Brasil, em 1979. No Instituto de Biologia, comemorou-se os 30 anos da profissão com duas palestras. A primeira “Bioenergia e Ambiente: microalgas como matéria-prima do futuro?”, da doutora Iracema Nascimento, bióloga e professora aposentada do IBio e atual professora da FTC, abordando o potencial do uso de microalgas para produção de bioenergia apontou de maneira otimista a participação dos profissionais de biologia nas ações frente a crise ambiental que vivemos. A segunda palestra, “Aquecimento global: E eu com isso?” do Prof. Dr. Asher Kiperstok da Escola politécnica da UFBA, foi, por outro lado, declaradamente pessimista, deixou claro que a tecnologia é uma das formas de reduzir a insustentabilidade ambiental, porém nenhum avanço significativo haverá se não for a tecnologia não for acompanhada de mudanças radicais no comportamento humano no que diz respeito ao consumo.
Geraldo Aquino
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quarta-feira, 21 de outubro de 2009
ENADE
O Instituto de Biologia recebeu o resultado do ENADE, em que seu curso de Ciências Biológicas obteve nota máxima, com comemoração, mas sem muita surpresa, uma vez que o curso tem exibido bons resultados em todas as avaliações anteriores do MEC. Quando ainda se chamava “provão”, o curso obteve conceito “A” nos quatro anos avaliados (2000 a 2004) e em 2005, obteve conceito 4 no ENADE. Com este resultado o curso se destaca como o 1º do Norte/Nordetes e 10º no Brasil.
A prova, obrigatório para formandos do curso, consiste de questões de múltipla escolha de conhecimentos gerais (artes, literatura, atualidades) e de conhecimentos específicos (múltipla escolha e questões abertas). Dentre os conhecimentos específicos se explora especialmente temas como meio ambiente, ecologia e educação. Para a concluinte Nazaré Macchi, as questões dissertativas que indicava um número mínimo de linhas, tornaram a prova cansativa e incluía a elaboração de um esboço de um projeto, a partir de um problema apresentado. Ainda na opinião de Nazaré, o bom resultado é produto do empenho dos estudantes e, principalmente, um excelente preparo, apesar de que “muitas vezes nós não nos damos conta de como temos um preparo diferenciado, tanto com relação aos cursos de outras instituições e mesmos de outros cursos dentro da UFBA”. A nota do ENADE só confirma isso.
Geraldo Aquino
A prova, obrigatório para formandos do curso, consiste de questões de múltipla escolha de conhecimentos gerais (artes, literatura, atualidades) e de conhecimentos específicos (múltipla escolha e questões abertas). Dentre os conhecimentos específicos se explora especialmente temas como meio ambiente, ecologia e educação. Para a concluinte Nazaré Macchi, as questões dissertativas que indicava um número mínimo de linhas, tornaram a prova cansativa e incluía a elaboração de um esboço de um projeto, a partir de um problema apresentado. Ainda na opinião de Nazaré, o bom resultado é produto do empenho dos estudantes e, principalmente, um excelente preparo, apesar de que “muitas vezes nós não nos damos conta de como temos um preparo diferenciado, tanto com relação aos cursos de outras instituições e mesmos de outros cursos dentro da UFBA”. A nota do ENADE só confirma isso.
Geraldo Aquino
O desafio de manter a tradição.
Diante da ameaça de romper a continuidade de um evento tradicional e característico do Instituto de Biologia, o diretor Professor Jorge da Silva lançou uma proposta desafiadora a Lázaro Benedito e a Moema Bellintani. Os docentes foram convidados a liderarem uma comissão mista para organizar a Sembio, em tempo recorde. Resolvemos entrevistar alguns componentes dessa nova comissão para podermos saber o que os motivaram a participar da organização, quais tem sido os problemas enfrentados, quais estratégias a comissão tem lançado mão, quais as expectativas perante o evento e quais são os atrativos destaques na Semana.
A notícia da falta de organizadores para a Sembio alarmou o Instituto e motivou a nova comissão a “arregaçar as mangas”. “A ameaça de não acontecer a SEMBIO me estimulou a tomar frente mesmo quando as opiniões eram contrárias” (Rosane Santos - Infraestrutura). Nazaré Marchi, também da comissão de infraestrutura relata que “mesmo sem experiência resolvi abraçar a causa para não deixar a Sembio sucumbir”. Gilcimar Queiroz, ex-monitor de duas Semanas e atual componente da comissão de transportes e hospedagem, destaca a possibilidade de estabelecer um contato mais íntimo com professores e com profissionais de outras instituições. Para Lázaro, responsável pela coordenação geral e secretaria, a maior motivação é poder contribuir com a formação dos estudantes e com a divulgação do Instituto. “É uma oportunidade de apresentar aos estudantes de biologia a diversidade do conhecimento, além da sala de aula”. Moema Bellintani (coordenação geral, tesouraria e comissão científica) destaca a vantagem da comissão ser um grupo misto de professores e alunos, argumentando que os prós se complementam.
Dentre as dificuldades encontradas pelos organizadores, todas têm a disponibilidade curta de tempo como causa central. Com tempo curto para desenvolver, o trabalho tem sido intensivo, comenta Lázaro. “Não tivemos tempo de submeter o projeto às entidades de fomento, mesmo assim conseguimos patrocínio da CETREL e apoio do CF-BIO” acrescenta o docente.
Gilcimar destaca a não disponibilidade integral, de um carro cedido pela prefeitura de campus durante a Sembio como a principal dificuldade encontrada pela comissão que integra – o que tem sido realidade nas Semanas anteriores, segundo Eduardo, ex-integrante da comissão do evento.
As expectativas são bastante otimistas e o número de inscrito é animador. Segundo Sheila Resende (ex-aluna e atual Docente) da comissão de monitoria e tesouraria, apesar de menor, o evento será organizado.Lázaro adianta que essa Sembio deixará frutos positivos no Instituto e espera “despertar os estudantes, principalmente os mais novos, para um caminho a seguir na profissão”.
Os destaques da Semana deste ano serão a valorização da produção regional, a fusão com a Semana dos Polinizadores e a reciclagem como temática de palestras e atividades práticas. Questões atuais e importantes no cenário da biologia moderna são lembradas por Lázaro, que também destaca dois nomes de fora: Dr. Cláudio Sérgio Lisi (UFSE) e Dr. Luiz Henrique Rosa (UFOP) .
Eduardo alerta para a necessidade da comunidade estudantil de se envolver com a mobilização e organização da Sembio, com o intuito de manter vivo e renovado esse evento tão significativo.
Kathleen Deegan
A notícia da falta de organizadores para a Sembio alarmou o Instituto e motivou a nova comissão a “arregaçar as mangas”. “A ameaça de não acontecer a SEMBIO me estimulou a tomar frente mesmo quando as opiniões eram contrárias” (Rosane Santos - Infraestrutura). Nazaré Marchi, também da comissão de infraestrutura relata que “mesmo sem experiência resolvi abraçar a causa para não deixar a Sembio sucumbir”. Gilcimar Queiroz, ex-monitor de duas Semanas e atual componente da comissão de transportes e hospedagem, destaca a possibilidade de estabelecer um contato mais íntimo com professores e com profissionais de outras instituições. Para Lázaro, responsável pela coordenação geral e secretaria, a maior motivação é poder contribuir com a formação dos estudantes e com a divulgação do Instituto. “É uma oportunidade de apresentar aos estudantes de biologia a diversidade do conhecimento, além da sala de aula”. Moema Bellintani (coordenação geral, tesouraria e comissão científica) destaca a vantagem da comissão ser um grupo misto de professores e alunos, argumentando que os prós se complementam.
Dentre as dificuldades encontradas pelos organizadores, todas têm a disponibilidade curta de tempo como causa central. Com tempo curto para desenvolver, o trabalho tem sido intensivo, comenta Lázaro. “Não tivemos tempo de submeter o projeto às entidades de fomento, mesmo assim conseguimos patrocínio da CETREL e apoio do CF-BIO” acrescenta o docente.
Gilcimar destaca a não disponibilidade integral, de um carro cedido pela prefeitura de campus durante a Sembio como a principal dificuldade encontrada pela comissão que integra – o que tem sido realidade nas Semanas anteriores, segundo Eduardo, ex-integrante da comissão do evento.
As expectativas são bastante otimistas e o número de inscrito é animador. Segundo Sheila Resende (ex-aluna e atual Docente) da comissão de monitoria e tesouraria, apesar de menor, o evento será organizado.Lázaro adianta que essa Sembio deixará frutos positivos no Instituto e espera “despertar os estudantes, principalmente os mais novos, para um caminho a seguir na profissão”.
Os destaques da Semana deste ano serão a valorização da produção regional, a fusão com a Semana dos Polinizadores e a reciclagem como temática de palestras e atividades práticas. Questões atuais e importantes no cenário da biologia moderna são lembradas por Lázaro, que também destaca dois nomes de fora: Dr. Cláudio Sérgio Lisi (UFSE) e Dr. Luiz Henrique Rosa (UFOP) .
Eduardo alerta para a necessidade da comunidade estudantil de se envolver com a mobilização e organização da Sembio, com o intuito de manter vivo e renovado esse evento tão significativo.
Kathleen Deegan
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